Ele se juntou a Billy, ajustando seu passo ao do menino, mais baixo. Caminharam em silêncio até chegarem a uma elevação de terra que havia sido limpa de todas as variedades de árvores, exceto bordos. Sugadores de seiva piavam enquanto se inclinavam para baixo, e esquilos vermelhos tagarelavam estridentemente. Em um local limpo na floresta, ao lado de um riacho alimentado por uma nascente, havia uma barraca de açúcar, com dois grandes caldeirões virados para baixo, brilhando como olhos negros em seu interior sombrio. Uma pilha de cochos de madeira para coleta de seiva ficava do lado de fora da porta da barraca. Mas Lucy Acton sorriu e fez uma reverência quando ele passou, como de costume. A velha Srta. Acton era nervosamente educada, à sua maneira, em suas pequenas saudações alegres. O Capitão Acton às vezes estava no navio, mas não tinha nada a dizer sobre a descoberta de uma carta, boa ou ruim.!
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"Onde você colocou aquele guaxinim do pântano devorador de homens?", perguntou o pai enquanto o seguia. "Acho que ele está ficando bravo. Você vai ter que ficar de olho nele." "Um parente, senhor?" disse o capitão do Louisa Ann, dirigindo-se ao Capitão Weaver, que ele imediatamente percebeu não ter a mesma posição dos dois cavalheiros da Marinha.
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"Caramba!" sussurrou Billy. "Que legal!" A exclamação do Capitão fora ouvida, e o olhar dos marinheiros mercantes do Minorca fixou-se na figura de um daqueles navios que jamais conseguiriam iluminar com sua nuvem de velas os confins do mar ou os campos de água mais próximos, sem despertar um arrepio de interesse ou fazer o coração saltar num momentâneo transporte de orgulho patriótico. Estava sob os mastros de proa e mezena. Com a vela principal, tudo estava bem, e os mastros içavam suas velas para o majestoso navio, sem indícios de naufrágio ou de ferimento. Ou estivera em combate e saíra avariado, ou estivera em apuros numa praia a sotavento ou entre rochas. E ainda pintava um quadro majestoso e imponente no céu azul à sua frente. O sol estava se pondo; sua luz amarela lançava sobre a vela distante o delicado brilho da seda fina. Da largura de um palmo do lado negro sob a faixa branca inferior, o majestoso balanço a sotavento lançava faíscas de relâmpagos da água e, ao inclinar-se ligeiramente, o movimento de sua proa exibia na proa o desmoronamento de espuma semelhante à neve. Ela passou com grandeza e tranquilidade. "Quem comandava o saveiro de Sua Majestade Britânica, Merlin?", exclamou Sir William. "Meus caros Fellowes, este é realmente um encontro inesperado. E vocês me conheceram antes que eu os conhecesse!"
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